Braga Netto e Jair Bolsonaro. Foto: Alan Santos/PR
O Supremo Tribunal Federal (STF) deu início nesta terça-feira, 2 de setembro, a um julgamento que pode marcar de forma definitiva o futuro político do ex-presidente Jair Bolsonaro e de seus principais aliados. O processo apura a tentativa de golpe de Estado após a derrota eleitoral de 2022. Entre os réus, está o general Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice na chapa de Bolsonaro, cujo advogado demonstrou confiança na absolvição.
José Luis Oliveira Lima, representante legal de Braga Netto, afirmou acreditar na inocência do cliente.
“Estudei o processo e acredito na absolvição de Braga Netto”, declarou. A defesa sustenta que o ex-ministro não teria participado das articulações golpistas, apesar de estar no núcleo duro do governo e ter integrado a campanha presidencial derrotada.
Além de Braga Netto, o julgamento envolve outros sete acusados, todos apontados como parte central de uma suposta organização criminosa que buscava impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. Estão na lista:
Todos respondem por crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
Como será o julgamento
O rito segue o Regimento Interno do STF e a Lei nº 8.038 de 1990. A sessão foi aberta pelo ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma, que passou a palavra ao relator Alexandre de Moraes.
A ordem dos votos está definida. Moraes será o primeiro a se manifestar, seguido pelos ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e, por último, Zanin. A decisão será tomada por maioria simples. Ou seja, bastam três votos para definir a condenação ou absolvição dos acusados.=
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A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
Nesta edição, o Governo de Pernambuco está investindo o valor recorde de R$ 87,2 milhões, garantindo mais tranquilidade aos foliões.
O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
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