As 4 motos importadas de baixo custos e muitos benefícios. Fotos de divulgação. Montagem: Portal de Prefeitura
O mercado de duas rodas no Brasil passa por uma trajetória de transformação profunda em dois mil e vinte e seis. Se antes as opções de baixo custo eram sinônimo de tecnologia ultrapassada, hoje marcas como Bajaj, Royal Enfield, Zontes e CFMoto provam que é possível entregar soberania técnica com preços acessíveis. De acordo com informações do portal Motonline, o crescimento dessas marcas ocorre porque elas oferecem de série itens que as líderes de mercado costumam cobrar como opcionais ou disponibilizar apenas em categorias superiores.
A indiana Bajaj consolidou-se como uma das opções de melhor custo-benefício. O modelo Dominar 400, por exemplo, é citado pelo portal G1 como uma das motos mais interessantes do país, oferecendo embreagem assistida e deslizante, suspensão invertida e freios ABS de canal duplo por um preço que bate de frente com modelos de 250cc das marcas tradicionais. Já a Royal Enfield domina o estilo clássico; conforme aponta o portal UOL, a Hunter 350 tornou-se um sucesso de vendas por entregar um design icônico e robustez mecânica por pouco mais de R$ 20 mil, democratizando o acesso às motos de média cilindrada.
As marcas chinesas elevaram o patamar de acabamento e eletrônica. De acordo com a revista Exame, a CFMoto está lançando em 2026 modelos como a Ibex 450, uma trail com suspensões KYB ajustáveis e tela TFT colorida, com preço estimado entre R$ 39 mil e R$ 41 mil — valores muito competitivos para a categoria. A Zontes, por sua vez, aposta em tecnologia keyless (partida sem chave) e braços oscilantes de alumínio em modelos como a T 350, mantendo uma trajetória de inovação que obriga as fabricantes instaladas há décadas no país a revisarem seus portfólios.
A grande dúvida do consumidor é sobre a durabilidade e a reposição de peças. Segundo o portal Terra, a trajetória dessas novas marcas no Brasil incluiu a montagem de fábricas próprias ou parcerias sólidas de distribuição, o que melhorou a soberania do pós-venda. Conforme indica o portal Ne10, marcas como a Haojue (que produz para a Suzuki) já têm um histórico de baixíssima manutenção, sendo consideradas escolhas seguras para quem busca economia no dia a dia sem abrir mão de um produto bem construído.
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A marca chinesa acelera sua trajetória no Brasil com a meta de vender 50 mil veículos e figurar no top 10 em 2026.
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