Carros BYD. Foto: Divulgação/BYD
Em 2025, o setor automotivo brasileiro começa a mostrar sinais de recuperação, especialmente nos segmentos de veículos elétricos. A expectativa é que esses automóveis se tornem ainda mais acessíveis, impulsionados pela entrada de novas marcas chinesas, aumentando a competitividade no mercado.
Dados recentes da Fenabrave, federação nacional dos distribuidores de veículos, revelam que, em dezembro de 2024, a BYD registrou 10.091 veículos no Brasil, consolidando-se como uma marca oitava em vendas no país. No total, a empresa chinesa contabilizou 76.713 veículos vendidos ao longo do ano, um aumento impressionante de 327,68% em comparação aos 17.937 veículos de 2023. Com isso, o Brasil se tornou o maior mercado externo da BYD, superando até mesmo a China .
A BYD oferece uma variedade de modelos no Brasil, incluindo compactos, SUVs e picapes. Entre eles, o BYD Dolphin Mini se destaca como o elétrico mais vendido no país, enquanto a linha Song se posiciona como o SUV híbrido mais popular. A fábrica da BYD em Camaçari, na Bahia, tem potencial para produzir até 300 mil veículos anualmente, o que reforça a estratégia de expansão da marca no Brasil.
Entretanto, a empresa não está livre de controvérsias. Recentemente, uma operação policial descobriu 163 trabalhadores em condições análogas à escravidão, mas os planos da BYD para o Brasil continuam inalterados. Paralelamente, a China exportou 228.235 veículos para o Brasil entre janeiro e novembro de 2024, dos quais 149.923 eram híbridos ou elétricos, evidenciando uma demanda crescente por esses tipos de veículos no mercado brasileiro.
Com um cenário promissor pela frente, a indústria automotiva brasileira se prepara para um ano de inovações e desafios.
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