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Carros da BYD vão ficar mais caros; impostos devem elevar preços de elétricos em 2026

Consumidores que esperarem podem se deparar com uma nova realidade de preços, menos descontos e maior custos ao bolso.

Cami Cardoso

14 de janeiro de 2026 às 11:42   - Atualizado às 12:08

BYD King GL, híbrido

BYD King GL, híbrido Foto: Mundo do Automóvel PCD.

Os consumidores brasileiros que planejam trocar de carro neste ano enfrentam uma notícia preocupante: os preços de carros elétricos e híbridos tendem a subir de forma significativa. A principal razão é o aumento progressivo do imposto de importação sobre veículos eletrificados, que entra em vigor ao longo de 2026.

Tributação mais alta pressiona o mercado

Até agora, muitos modelos vendidos no Brasil ainda refletem preços de 2025, quando as alíquotas de importação eram mais baixas e os custos de logística e dólar mais favoráveis. Mas essa janela de preços “temporários” está chegando ao fim.

A partir de agora, os carros importados, incluindo elétricos, como os da BYD, Volvo, Omoda Jaecoo e GWM, começarão a ser tributados com alíquotas mais altas. Especialistas do setor apontam que o aumento do imposto de importação, somado ao custo maior de transporte e à recomposição de margens das montadoras, deve se refletir diretamente no preço final ao consumidor.

Exemplos de impacto nos modelos mais procurados

  • BYD Dolphin: considerado um dos elétricos mais acessíveis do país, pode ter reajuste relevante nas próximas remessas.

  • Volvo XC40 Recharge: híbrido plug-in que combina motor elétrico e a combustão, deve sofrer impacto de imposto sobre importação e logística.

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  • Omoda Jaecoo 7: SUV elétrico chinês que ainda é competitivo por margens comprimidas, mas terá preço ajustado quando os estoques antigos acabarem.

  • O efeito será sentido especialmente pelos híbridos plug-in, que hoje lideram as vendas de eletrificados no Brasil devido à autonomia elétrica urbana e menor ansiedade de recarga, mas que são os primeiros a refletir o novo patamar de custos.

    Consumidor deve se antecipar

    Para quem comprar agora, ainda é possível encontrar veículos importados em estoque com preços competitivos e campanhas promocionais das montadoras. Mas especialistas alertam que, quando esses estoques acabarem, os reajustes serão inevitáveis. O mesmo modelo, comprado em uma nova remessa, poderá custar milhares de reais a mais, mesmo que pareça idêntico no showroom.

    O aumento dos impostos sobre importação, combinado com custos logísticos mais altos e ajustes de margem, marca um momento de transição no mercado brasileiro de carros elétricos. Consumidores que esperarem podem se deparar com uma nova realidade de preços, menos descontos e maior repasse de custos ao bolso.

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