Os números reforçam uma característica marcante das últimas disputas presidenciais no Brasil: a influência da rejeição na definição do voto
O resultado indica que a desaprovação permanece numericamente à frente da aprovação, refletindo um cenário de opiniões polarizadas sobre o desempenho do governo
No dia 8 de junho, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, suspendeu a divulgação do levantamento e entendeu que a pesquisa induziu as respostas dos eleitores.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.
O levantamento entrevistou 2026 pessoas presencialmente no domicílio, entre os dias 21 de novembro e 16 de dezembro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro, de 2,18%.
Os pesquisadores entrevistaram 1.070 pessoas. A margem de erro informada é de três pontos percentuais para mais ou para menos
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