As investigações começaram em maio, após a prisão de um homem considerado referência no desbloqueio remoto de celulares.
A iniciativa se baseia em um modelo adotado pela prefeitura de Belford Roxo, a chamada "Operação Barricada Zero", que utiliza equipamentos pesados.
Em setembro, Oliveira depôs à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e assegurou só ter tomado ciência da fraude relacionada às mensalidades associativas em abril deste ano.
Os presos foram levados da unidade de segurança máxima Penitenciária Laércio da Costa Peregrino, conhecido como Bangu 1, até o Aeroporto Internacional do Tom Jobim/Galeão.
Maria Eduarda, nome real da jovem, declarou ainda que vem tentando se afastar de situações ligadas ao passado, sem detalhar a quais atividades se referia.
Em nota, a corporação informou que foram cumpridos 35 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de 10 veículos e do bloqueio de ativos somando quase R$ 4,5 milhões.
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