Testemunhas relataram que o principal suspeito é o companheiro da mulher. Segundo os relatos, ele teria deixado o local logo após o crime.
A militar foi encontrada carbonizada na última sexta-feira, 5 de dezembro, após um incêndio criminoso. De acordo com os exames periciais, ela foi morta a facadas.
A agressão só terminou quando o elevador chegou ao andar e moradores ouviram os gritos. Um médico que estava no edifício prestou os primeiros socorros.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) publicou o Relatório Estatístico da Ouvidoria, que registrou um total de 2.266 denúncias em seus canais de comunicação.
A assessoria de comunicação do Partido Liberal Mulher se pronunciou e explicou as motivações.
De acordo com relatos, o casal discutia momentos antes do início das chamas.
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