"O fuxiqueiro sai da depressão e estimula a dopamina, mas isso deixa esse militante ansioso, pois fica com a "língua coçando" para contar e falar da vida do outro", diz colunista.
Desde a primitividade, quando esse humano começou a se organizar em grupos para sobreviver ao caos, ele criou artifícios para dominar o próximo", escreveu o colunista.
"O caos atômico assombra o mundo; contudo, existe uma arma mais destrutiva que o átomo: a loucura humana", escreveu o colunista.
Os relatos históricos narram os comportamentos de reis, imperadores, presidentes, líderes religiosos e de facção criminosas.
"Estamos em plena decadência moral e intelectual, com uma ausência gritante de espiritualidade", escreveu o colunista.
"Raramente se percebe uma autoavaliação de uma pessoa que está em surto, pois surtar significa perder o vínculo com a realidade, uma alteração da consciência", escreve colunista.
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