A decisão determina um encarceramento inicial de 30 dias, podendo ser estendido caso a investigação necessite.
O caso ocorreu em 23 de setembro de 2024, em uma empresa do setor automotivo, onde as duas atuavam no mesmo setor.
A decisão veio da Justiça do Trabalho, que destacou o uniforme imposto pelo estabelecimento como vulnerável, constrangedor e que apresenta risco de assédio.
O comunicado foi feito em um vídeo divulgado nas redes sociais, no qual Castro aparece ao lado do comandante-geral da PMERJ, coronel Marcelo Menezes.
O ministro também determinou o envio da listagem completa dos presos e as informações sobre a realização das respectivas audiências de custódia, que são obrigatórias.
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