O processo vinha sendo tratado por promotores do Gaeco como um marco histórico no combate ao crime organizado no país.
O suspeito foi encontrado horas depois do crime. Segundo a polícia, ele admitiu o ataque, não apresentou resistência à prisão e entregou a faca usada.
A mãe de Andrielly, que vive em outro estado, esteve presente ao julgamento da morte da filha e recebeu suporte especializado.
O crime ocorreu no dia 28 de março de 2019, no bairro de Ouro Preto. O réu, em julgamento nesta quinta, 4 de dezembro, optou por confessar o crime.
O projeto amplia o alcance de dispositivos já existentes no país, que historicamente mantém normas rígidas contra movimentos extremistas.
De acordo com a perícia, além da amarração, a vítima tinha ferimentos na cabeça, indicando sinais de violência.
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