O empresário alegou que fazia uso do produto de forma contínua e que não imaginava que pudesse gerar qualquer tipo de irregularidade.
Roberta disse que o filho não prestou nenhum serviço sobre a regulação de canabidiol no Brasil e, por isso, não recebeu pagamentos.
O desembargador responsável pela decisão defende que os profissionais estão fazendo o uso da liberdade de expressão.
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