De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 1,9 mil pacientes devem ser atendidos com os remédios podem custar até R$ 643 mil por ano na rede privada.
Os policiais também localizaram e apreenderam um aparelho celular, instrumentos, medicamentos e materiais de uso hospitalar nos pertences da investigada.
O religioso estava internado em Niterói e enfrentava um câncer no estômago havia dois anos. A morte foi confirmada pela esposa, Lilian Azevedo.
O procedimento menos invasivo passa a integrar a tabela da rede pública, ampliando o acesso à prevenção para mais de 40 milhões de brasileiros.
O registro do remédio oncológico do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. foi publicado na segunda-feira, 27 de julho no Diário Oficial da União.
O caso motivou a Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale) a acionar o Ministério Público Federal (MPF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR).
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