O órgão fixou o prazo de até 30 dias para o cumprimento das ações classificadas como prioritárias pela Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária e Saúde do Trabalhador (APEVISA).
Investigados foram levados para uma unidade da Funase e permanecem à disposição das autoridades; duas alunas de 14 anos denunciaram os atos.
Prefeitura e defesa apresentam versões diferentes sobre o atendimento às vítimas, enquanto o caso segue sob investigação e acompanhamento da rede de proteção.
A mulher afirmou que ouviu da gestora da unidade escolar que o episódio "não passava de uma brincadeira"
A prefeitura comunicou que instaurou um procedimento administrativo para apurar os fatos relatados pelas estudantes.
As duas menores de idade passaram por exames periciais, e as famílias registraram boletim de ocorrência na Delegacia da Mulher. O caso também foi encaminhado ao Conselho Tutelar.
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