A intenção, segundo o líder religioso, é garantir que apenas pessoas confiáveis tenham contato com os menores, oferecendo mais tranquilidade às famílias.
Segundo as investigações, o bispo Emanuel Shaleta teria se apropriado de cerca de US$ 272 mil pertencentes à instituição religiosa.
O líder religioso também é acusado de fazer ao menos 12 visitas a um bordel.
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