Entre as irregularidades apontadas pelo Ministério Público estão a falta de alvará de funcionamento, de licença sanitária e de registro profissional no Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV).
Pesquisa reúne 13 anos de monitoramento e identifica pressões sobre os ambientes onde vive o arapaçu-do-nordeste.
Segundo relatos, animal apresentava comportamento agressivo e entrou em quarto de recém-nascido, sendo capturado após horas de buscas.
Registros feitos pelos moradores mostram a cobra atravessando o gradil que separa a área de mata do condomínio.
No dia em que o atendimento for realizado, a Prefeitura orienta que os animais estejam em jejum de, no mínimo, oito horas.
Imagens gravadas na Praia do Cupe motivaram apuração dos órgãos ambientais, que tentam identificar os envolvidos.
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