O ex-deputado argumenta que a convocação para depor, após críticas públicas feitas por Cabral à operação contra auditores fiscais, pode configurar uso indevido do aparato investigatório como forma de intimidação.
Sua postura tem se destacado especialmente na condução do inquérito sobre o Banco Master, marcada por discrição e comportamento reservado.
Servidores da categoria estão sendo investigados por acessos ilegais a dados de ministros do STF e seus parentes.
A apuração foi aberta em junho do ano passado após a deputada afirmar que, após ter fugido do Brasil, pretendia permanecer nos Estados Unidos e pedir asilo político ao governo Trump.
As cenas repercutiram rapidamente nas redes, dividindo opiniões entre apoiadores e críticos.
Manifestações estão previstas para São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre em meio à crise envolvendo o caso Banco Master.
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