A vítima, hoje com 17 anos, relatou que era obrigada a sentar na coxa do homem, sob a justificativa de que fazia parte da prática religiosa.
As vítimas têm atualmente 16 e 11 anos, mas, segundo relatos da família, os abusos vinham ocorrendo há cerca de sete anos.
O garoto havia saído de casa para brincar com amigos. Segundo informações preliminares, após minutos nadando, a vítima teria submergido e não foi mais visto.
A Promotoria de Justiça de Barreiros afirmou, através de uma nota, que ofereceu "representação em desfavor do adolescente.
A confirmação se deu por meio do conselheiro tutelar André Costa, que conversou com o garoto antes de ser levado a uma delegacia.
O adolescente de 14 anos também teria feito ameaças a colegas, chegando a afirmar que um dia cometeria um massacre no colégio.
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