Lesões de psoríase. Foto: Reprodução/IA
A psoríase é uma doença de pele crônica e não contagiosa que afeta pessoas de diferentes idades e estilos de vida. Ela se manifesta por meio de lesões avermelhadas e descamações que podem surgir em várias partes do corpo, como cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas. Embora seja uma condição visível, o impacto da psoríase vai muito além da aparência física.
Os especialistas explicam que a psoríase é uma doença autoimune, ou seja, o próprio sistema de defesa do corpo passa a agir de forma desregulada. Esse processo acelera a renovação das células da pele, que se acumulam na superfície antes de completar o ciclo natural. O resultado é o aparecimento de manchas e placas secas, que podem causar coceira, dor ou ardência.
Mesmo sendo uma condição conhecida há séculos, o diagnóstico da psoríase ainda pode demorar. Muitos pacientes passam por períodos de incerteza até receberem a confirmação da doença. O diagnóstico é clínico e feito por dermatologistas, com base na observação das lesões e no histórico do paciente. Em casos duvidosos, o médico pode solicitar uma biópsia de pele para confirmar o tipo e a extensão da doença.
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Algumas apresentam apenas pequenas áreas afetadas, enquanto outras têm lesões mais extensas. Fatores como estresse, infecções, mudanças climáticas e o uso de certos medicamentos podem agravar o quadro. Além disso, o componente genético tem peso importante: quem tem histórico familiar de psoríase possui maior risco de desenvolver a doença.
O impacto da psoríase vai muito além da pele. O convívio com a doença pode afetar a autoestima e o bem-estar emocional. Muitos pacientes relatam vergonha ou desconforto ao exibir partes do corpo com lesões, o que pode interferir em atividades cotidianas e nas relações pessoais. A visibilidade das manchas também pode gerar preconceito e isolamento social, especialmente quando há falta de informação sobre o fato de que a psoríase não é contagiosa.
A convivência com a doença exige cuidados contínuos. O tratamento busca controlar os sintomas e evitar o avanço das lesões. Ele pode incluir o uso de pomadas, medicamentos orais, fototerapia e, em casos mais graves, terapias biológicas — todas sob acompanhamento médico. O controle do estresse, a boa alimentação e o sono regular também ajudam a reduzir as crises.
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