Hábitos simples, como alimentação equilibrada e atividade física, ajudam no emagrecimento após os 40 anos. Foto: Freepik
Perder peso depois dos 40 anos exige mudanças reais na rotina e não dietas extremas que prometem resultados rápidos. Nutricionistas afirmam que esses planos radicais criam um efeito sanfona e dificultam a manutenção do peso ao longo do tempo especialmente nesta fase da vida, em que o corpo responde de maneira diferente às escolhas alimentares e ao estilo de vida.
Especialistas destacam que, a partir dos 40, o metabolismo passa por transformações naturais, incluindo alterações hormonais e a redução gradual da massa muscular. Essas mudanças tornam o emagrecimento um processo mais lento e exigem estratégias que respeitem o corpo e a rotina de cada pessoa.
Nutricionistas recomendam que, ao invés de seguir regimes restritivos, as pessoas priorizem hábitos que possam manter todos os dias. Uma das orientações mais citadas é alimentar-se em intervalos regulares, evitando ficar muitas horas sem comer. Essa prática ajuda a controlar a fome e evita que o organismo armazene energia em forma de gordura.
Outro ponto importante é priorizar alimentos naturais e variados no prato. Alimentos in natura, como frutas, vegetais e proteínas magras, oferecem nutrientes que sustentam o corpo e colaboram para o controle do apetite. Eles também ajudam a reduzir a inflamação no organismo, um fator que pode atrapalhar a perda de peso.
A ingestão de proteínas adequadas é uma recomendação recorrente entre especialistas. Proteínas ajudam a preservar a massa muscular que naturalmente diminui com a idade e mantêm a sensação de saciedade por mais tempo. Incluir fontes como peixes, ovos, leguminosas e carnes magras em cada refeição pode ser um diferencial para quem quer emagrecer com saúde.
Além da alimentação, atividade física regular faz parte do processo de emagrecimento sustentável. Exercícios que combinam caminhada ou outras atividades cardiovasculares com treino de força ajudam a manter e construir massa muscular. Isso faz com que o corpo gaste mais energia, mesmo em repouso.
Nutricionistas também destacam que a hidratação frequente influencia diretamente no metabolismo e na sensação de fome. Beber água suficiente ao longo do dia contribui para uma digestão eficiente e ajuda a reduzir a ingestão de calorias vazias, como as de bebidas açucaradas.
Outro comportamento que merece atenção é a redução de bebidas alcoólicas e refrigerantes. Especialistas lembram que essas bebidas trazem calorias extras e oferecem pouco ou nenhum valor nutricional, o que pode prejudicar o progresso no emagrecimento.
O sono de qualidade também entra na lista de recomendações. Dormir menos de 7 horas por noite pode influenciar hormônios ligados ao apetite, aumentando a fome e dificultando a perda de peso. Manter uma rotina de sono saudável ajuda a equilibrar esses hormônios e apoiar os esforços para emagrecer.
Especialistas alertam que o processo não é linear e que a paciência faz parte do caminho. A mudança de hábitos, ajustada à vida real de cada indivíduo, tende a oferecer resultados mais duradouros do que qualquer plano temporário ou radical.
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