Menina decorando árvore de natal. Foto: Freepik.
Com a proximidade do Natal, casas e ambientes ganham árvores decoradas, luzes e enfeites típicos da época. Junto com o clima festivo, algumas pessoas passam a apresentar sintomas como espirros, coceira, olhos vermelhos e nariz entupido após o contato com esses objetos. Esse quadro recebe o nome popular de síndrome da árvore de Natal e está ligado a reações alérgicas.
A síndrome da árvore de Natal descreve uma reação alérgica associada ao contato com árvores natalinas e enfeites guardados por longos períodos. Especialistas explicam que a árvore artificial não causa alergia por si só, mas pode acumular poeira, ácaros e fungos durante o tempo em que permanece armazenada, especialmente em locais fechados e úmidos.
Árvores naturais também podem provocar reações. Pólen residual, mofo, compostos aromáticos naturais e partículas liberadas ao manusear galhos explicam os sintomas, sobretudo em pessoas com rinite, asma ou sinusite.
Entre os fatores mais comuns associados às alergias estão a poeira doméstica acumulada nos galhos, a presença de ácaros, o crescimento de mofo e o uso de sprays decorativos ou aromatizantes com cheiro forte. Esses elementos irritam as vias respiratórias e os olhos, desencadeando sintomas típicos de alergia.
Os sinais costumam aparecer logo após a montagem da decoração. Espirros, coceira no nariz, olhos ou garganta, nariz escorrendo ou entupido e olhos lacrimejando surgem com frequência. Algumas pessoas apresentam tosse e piora da asma. Em quem tem dermatite, a pele pode ficar mais sensível e irritada.
Quando os sintomas se repetem todos os anos, interferem na rotina ou evoluem para falta de ar e chiado no peito, médicos recomendam buscar avaliação especializada.
Medidas simples ajudam a diminuir os riscos. Em árvores artificiais, a limpeza dos galhos com pano úmido antes da montagem reduz a poeira. Deixar a árvore ventilar ao ar livre por algumas horas também ajuda. O armazenamento deve ocorrer em locais secos.
No caso das árvores naturais, sacudir os galhos fora de casa, lavar suavemente quando possível e deixar secar completamente evita o acúmulo de mofo. Em todos os casos, manter o ambiente ventilado e evitar perfumes fortes durante a decoração reduz a chance de reações.
Além dos enfeites, a ceia pode desencadear alergias alimentares. Pratos comuns da época contêm amendoim, nozes, castanhas, frutos do mar, leite e ovos. Pessoas com alergias devem avisar os anfitriões, ler rótulos e garantir opções seguras. Ambientes bem ventilados, hidratação adequada e cuidados com perfumes também ajudam a evitar crises alérgicas durante as comemorações.
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80% dos casos são diagnosticados em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e reduz as chances de cura.
Novas vagas são destinadas ao atendimento pediátrico no interior e na Região Metropolitana do Recife.
A análise é feita a partir de amostras coletadas e leva em conta a presença de coliformes na água um indicativo de contaminação, geralmente ligada a esgoto ou poluição.
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