Vestidos de preto e mascarados, grupo LGBT+ realiza procissão com encenação da crucificação de Jesus Foto: Reprodução
Uma performance de integrantes de um grupo LGBTQ+ na Colômbia nesta SextaFeira Santa, 4 de abril, provocou forte repercussão nas redes sociais, gerando polêmica entre internautas.
A apresentação, realizada na data sagrada para milhões de cristãos, reproduziu uma espécie de procissão, onde os participantes estavam vestidos predominantemente de preto, alguns com máscaras de látex e carregando armas cenográficas.
Em destaque, uma pessoa vestida de vermelho e mascarada carregava uma cruz acorrentada pelo pescoço, evocando a passagem bíblica da crucificação. Mais adiante, outro participante carregava uma pintura do papa Francisco enquanto ao seu lado, era possível ver uma pessoa vestida de padre e também com máscara.
Imagens e vídeos publicados online mostraram gestos que muitos interpretaram como provocativos ou críticos à fé cristã e à figura de Jesus. Já os defensores da encenação argumentaram que se tratava de uma expressão artística e de exercício de liberdade de expressão.
Até o momento, não há informações sobre medidas legais ou posicionamento oficial das autoridades ou do grupo responsável pelo ato, mas o tema segue gerando debates acalorados nas redes sociais.
O uso de cavalos reais dentro de um templo religioso e a cobrança de ingressos para um musical de Páscoa colocaram a Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, no centro de uma nova controvérsia nas redes sociais. A apresentação “O Resgatador”, realizada entre os dias 28 e 30 de março, provocou reações intensas e dividiu opiniões entre fiéis e internautas.
Dirigido pelo pastor e líder de louvor Filipe Bitencourt, o espetáculo apostou em uma narrativa com estética cinematográfica para retratar a mensagem cristã da redenção.
No entanto, a encenação com animais de grande porte circulando entre o público e o altar causou estranhamento em parte da comunidade religiosa, que considerou a escolha inadequada para o ambiente de culto.
Além disso, a necessidade de adquirir ingressos para assistir à apresentação ampliou o debate. Críticos apontam que a prática pode indicar uma comercialização de atividades dentro da igreja, enquanto defensores argumentam que iniciativas desse porte exigem investimento e podem servir como ferramenta para atrair novos públicos.
A repercussão ganhou força nas redes sociais. De um lado, apoiadores destacam a criatividade e a tentativa de tornar a igreja mais acessível e relevante. De outro, há quem veja exagero e questione a perda de reverência em um espaço considerado sagrado.
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A declaração surge em referência irônica a uma ala de desfile da Acadêmicos de Niterói que satirizou símbolos conservadores em uma homenagem ao atual presidente.
O evento, batizado como "Amanhecer", foi promovido pela Igreja We Are Reino na praia de Pontal Norte.
Além do vínculo afetivo, Carina atuava como produtora principal na carreira de Marcos Antônio, coordenando projetos e shows do artista.
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