Vídeo de Silas Malafaia Foto:Reprodução/Instagram
O pastor Silas Malafaia publicou, nesta sexta-feira, 17 de outubro, um vídeo nas redes sociais no qual declarou que, na sua visão, “um verdadeiro cristão não apoia” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). (Veja vídeo abaixo)
Nas imagens, o líder religioso fez críticas ao governo federal e afirmou que Lula “enganou os evangélicos” durante a campanha presidencial de 2022.
“Eu fico com vergonha de ver um irmão evangélico dizer que apoia um cara desse, que combate historicamente família, costumes e pátria, valores inegociáveis da nossa fé. Lula já enganou os evangélicos. Em 2022 escreveu uma carta dizendo ser contra o aborto. Primeiro mês do governo dele em 2023, derrubaram portarias do governo Bolsonaro que dificultavam o aborto. E Lula tirou o Brasil das nações do pacto antiaborto. Chega de enganar o povo de Deus!”, afirmou Malafaia.
Veja vídeo:
O pastor também criticou a postura de líderes religiosos que apoiam o presidente.
“Vergonha seria eu estar apoiando ele hoje, depois de toda a ideologia que ele defende e toda a lama de corrupção que eles participaram. (…) Eu quero distância dele. Esse cara tem um espírito de engano. Pode usar a mídia e o que você quiser, Lula. Você não vai mais enganar evangélicos e cristãos em geral”, declarou.
Na gravação, Malafaia afirmou que a Igreja não deve apoiar políticos, mas que os fiéis têm liberdade para escolher seus representantes de acordo com seus valores.
“A Igreja de Cristo não apoia ninguém, eu digo isso a 45 anos. Ela está acima de tudo. A Igreja precisa do Espírito Santo. Isso é a Igreja, corpo místico de Cristo. Nós que somos cidadãos de um país e inseridos na sociedade é que apoiamos. A Bíblia não nega cidadania terrena, nem Cristo. Como é que eu apoio alguém? Segundo meus princípios, crenças, valores e caráter”, disse.
As falas do pastor foram feitas em um momento em que Lula busca se aproximar da conunidade evangélica.
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A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
Durante o evento, o religioso afirmou que os estudantes estão sendo "enganados pelos professores", recorrendo à narrativa do "marxismo cultural".
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