Profeta Roberto Ruiz sobre música Auê. Foto: Reprodução/Redes Sociais.
O profeta e formado em psicologia Roberto Ruiz, ligado à Comunidade Evangélica Maranata, divulgou um alerta espiritual envolvendo a música Auê (A Fé Ganhou), interpretada por Marco Telles. O pronunciamento surgiu em vídeo publicado nas redes e repercutiu entre líderes religiosos e fiéis. Ruiz apresentou uma leitura espiritual sobre a canção e afirmou que a obra vai além de uma produção musical.
Segundo Roberto Ruiz, a música não atua apenas como expressão artística. Para ele, a composição funcionaria como um gatilho espiritual capaz de abrir um “portal”, permitindo a infiltração de elementos do Evangelho em cultos de outras matrizes religiosas.
Na análise apresentada, o profeta declarou que o inimigo estaria utilizando a música como um meio de “sequestro de musicalidade”. Ruiz afirmou que estruturas sonoras e arranjos usados em louvores cristãos passariam a ser reproduzidos em outros contextos religiosos.
“O diabo não cria nada do zero, ele é imitador. Ele vai sequestrar o que funciona para usar nos cultos deles”, declarou Ruiz no vídeo divulgado.
Durante o pronunciamento, Roberto Ruiz também comentou aspectos visuais do clipe da música. Diferente de análises técnicas feitas por outros comentaristas, ele afirmou adotar uma leitura voltada à simbologia espiritual.
Na visão do profeta, a cor vermelha presente na vestimenta e os colares usados no vídeo carregariam significados específicos no plano espiritual. Ele defendeu que objetos, cores e adereços não seriam neutros e transmitiriam mensagens invisíveis.
Ruiz também citou as palavras utilizadas na música. Segundo ele, determinadas expressões funcionariam como chaves capazes de liberar novos precedentes espirituais, conforme sua interpretação profética
O profeta direcionou parte de sua fala para o que chamou de impacto sobre a próxima geração de cristãos, com referência ao ano de 2026. Ele afirmou que o objetivo final desse processo seria uma “reprogramação” de crenças por meio da música e da estética.
Ruiz comparou o momento atual a mudanças que, segundo ele, pareciam improváveis em décadas passadas, como a presença de “pastoras LGBT” e a realização de marchas ligadas a diferentes ideologias. Ele utilizou esses exemplos para reforçar o alerta aos líderes religiosos.
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