Homens fantasiados de Jesus e diabo se beijando Foto: Reprodução/ Redes Sociais
A Prefeitura de Belo Horizonte (MG) publicou em suas redes sociais neste final de semana um vídeo onde dois homens, fantasiados de Jesus e diabo, se beijam em bloco de carnaval (assista o vídeo abaixo).
A publicação foi feita em colaboração com o influenciador Zotha.
A postagem logo foi criticada por cristãos e o vereador Pablo Almeida (PL) gravou um vídeo falando sobre a situação, cobrando a gestão municipal sobre o ocorrido.
Horas depois, o vídeo foi excluído do perfil e o parlamentar celebrou a medida.
"A cobrança funcionou! A Prefeitura de BH removeu a publicação que vilipendiava a fé cristã. Aqui esse tipo de desrespeito com o cristianismo não vai prosseguir", escreveu Pablo Almeida no X.
Zotha também excluiu o vídeo e divulgou uma nota criticando a repercussão que o caso ganhou, afirmando que sofreu ataques ataques homofóbicos da “extrema-direita”.
"Se fosse um casal hétero, esse vídeo não teria gerado nenhum alarde. Mas, como sempre, quando se trata de dois homens, a homofobia grita. Grita travestida de “indignação religiosa”, como se a fé fosse um passe livre para perseguir e desumanizar", escreveu o influenciador.
A Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) apresentou, no dia, 31 de janeiro, uma denúncia ao Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) contra uma performance realizada no “Bloco da Laje”, em Porto Alegre (RS), no último domingo (26).
O episódio envolveu um homem caracterizado como Jesus Cristo, que fez um strip-tease ao som da música “Pregadão”, que faz referência à crucificação de Cristo. Após simular movimentos de teor sexual, ele encerrou a apresentação vestindo apenas uma tanga.
Segundo a ANAJURE, a performance usou símbolos religiosos cristãos para escarnecer da crucificação de Jesus, ferindo a fé de milhões de pessoas.
A associação sustenta que o caso pode configurar vilipêndio religioso ou crime de racismo religioso, conforme o Código Penal e a Lei 7.716/89.
Além disso, a denúncia questiona o possível uso de verbas públicas para financiar apresentações ofensivas às comunidades cristãs.
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A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
Durante o evento, o religioso afirmou que os estudantes estão sendo "enganados pelos professores", recorrendo à narrativa do "marxismo cultural".
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