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PASTORA recebe convite para pregar em IGREJAS nos EUA, mas acaba virando escrava doméstica

A líder religiosa afirma ter sido forçada a cozinhar, limpar e até mesmo mediar conflitos familiares na casa da anfitriã.

09 de dezembro de 2024 às 10:52   - Atualizado às 11:40

A pastora Helenice Oliveira.

A pastora Helenice Oliveira. Foto: Arte/Portal de Prefeitura

Em um relato divulgado nas redes sociais, a pastora Helenice Oliveira compartilhou uma das suas piores experiências de vida, indesejada que rapidamente chamou a atenção nas mídias. 

Helenice foi convidada por uma seguidora, chamada Karina, para viajar à ilha de Bermudas, nos Estados Unidos, com uma promessa de pregar em igrejas locais e realizar uma campanha de oração na congregação. Mas, ao chegar no local, a religiosa diz que foi submetida a condições de trabalho parecidas com à escravidão doméstica.

Segundo Helenice, Karina a procurou por meses antes da viagem, criando uma relação de confiança. 

“Ela disse que eu pregaria em algumas igrejas e que cuidaria de todas as minhas despesas. Aceitei, acreditando que seria uma missão para Deus”, relatou a pastora.

Contudo, a realidade foi outra. Em vez de ministrar, Elenice afirma ter sido forçada a realizar tarefas domésticas, cozinhar, limpar e até mesmo mediar conflitos familiares na casa da anfitriã.

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A situação se agravou quando Helenice percebeu que não havia igrejas programadas para sua pregação. Ela também ficou sem acesso a medicamentos essenciais, já que sua receita brasileira não foi aceita em farmácias locais.

“Fui enganada. Karina contou ao marido que eu havia ido lá para servi-los, enquanto na verdade fui convidada para pregar”, afirmou a pastora.

Helenice conta que, após dias de abuso psicológico e condições insalubres, foi deixada no aeroporto sem dinheiro.

“Ela me deixou lá sem qualquer recurso. Foi humilhante. Só consegui retornar ao Brasil graças à ajuda de um brasileiro e da polícia local.”

A situação se agravou quando Helenice percebeu que não havia igrejas programadas para sua pregação. Ela também ficou sem acesso a medicamentos essenciais, já que sua receita brasileira não foi aceita em farmácias locais.

“Fui enganada. Karina contou ao marido que eu havia ido lá para servi-los, enquanto na verdade fui convidada para pregar”, afirmou a pastora.

Helenice conta que, após dias de abuso psicológico e condições insalubres, foi deixada no aeroporto sem dinheiro.

“Ela me deixou lá sem qualquer recurso. Foi humilhante. Só consegui retornar ao Brasil graças à ajuda de um brasileiro e da polícia local.” 

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