Durante uma entrevista, ela afirmou que "um montão de pastor também fez aliança com o diabo", ampliando o escopo da acusação para outros líderes religiosos.
Pastora nigeriana Olajumoke Adewuyi e Edir Macedo Foto Montagem/Portal de Prefeitura
A pastora nigeriana Olajumoke Adewuyi, conhecida por sua atuação no Brasil ao longo dos últimos 20 anos, provocou polêmica nas redes sociais ao declarar publicamente que o bispo Edir Macedo teria feito um pacto com o diabo para alcançar riqueza e influência. Durante uma entrevista a um podcast, ela afirmou que "um montão de pastor também fez aliança com o diabo", ampliando o escopo da acusação para outros líderes religiosos.
Com quase 40 mil seguidores, Olajumoke Adewuyi se destaca por seu discurso voltado à guerra espiritual, denunciando o que considera influências malignas em diversas esferas da sociedade. Suas falas atingem não apenas igrejas, mas também artistas, políticos e até práticas comuns na infância, como a ideia de "amiguinhos imaginários", que ela relaciona a entidades espirituais ocultas.
Outro ponto controverso levantado por Olajumoke Adewuyi foi a morte do teólogo Daniel Mastral, encontrado sem vida em uma estrada na Grande São Paulo, em 2024. Enquanto as autoridades apontam para o suicídio como causa provável, a pastora acredita que Mastral foi assassinado por ter revelado segredos envolvendo práticas ocultas. Segundo ela, "ele entregou todo mundo" e "o diabo não quer que ninguém fale da podridão dele".
A fala gerou grande comoção entre os seguidores do teólogo, especialmente porque Mastral era conhecido por abordar temas espirituais profundos e denunciar o envolvimento de figuras públicas com o ocultismo.
Em um relato pessoal e comovente, Olajumoke Adewuyi revelou ter sido vítima de abuso sexual ainda na infância. Segundo ela, esse foi o início de uma série de batalhas espirituais que marcaram sua vida. A pastora afirma que desde o nascimento tem enfrentado ataques do mal e que seu ministério é voltado à libertação e à denúncia de forças espirituais que agem disfarçadamente no cotidiano.
Um dos pontos mais comentados de sua fala foi o alerta sobre crianças que têm amigos imaginários ou falam sozinhas. Para Olajumoke, isso seria um sinal de influência espiritual maligna, especialmente por meio de entidades conhecidas como "erê mirim", e recomenda que os pais estejam atentos a esses comportamentos.
As declarações de Olajumoke Adewuyi dividem opiniões. Enquanto parte do público a enxerga como uma voz corajosa e comprometida com a verdade espiritual, outros a consideram alarmista ou conspiratória. O fato é que suas palavras reacendem debates antigos sobre a relação entre espiritualidade, poder e corrupção dentro de instituições religiosas.
Até o momento, os envolvidos citados por ela não se manifestaram oficialmente. A ausência de provas materiais levanta questionamentos sobre a responsabilidade em fazer acusações públicas, mesmo em nome da fé.
Da redação do Portal com informações do site Fuxico Gospel
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