Pastor é detido após pregar em hospital; religioso é acusado de homofobia Foto: Reprodução
Uma acusação de homofobia ocorrida dentro do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, mobilizou autoridades policiais na última segunda-feira, 20 de abril.
O alvo da denúncia é o Pastor Moisés Neri dos Santos, conhecido na região por suas pregações. Segundo o registro, um servidor da unidade hospitalar sentiu-se ofendido por declarações discriminatórias proferidas pelo religioso durante uma atividade de assistência espiritual. O caso foi conduzido pela Polícia Civil após o servidor formalizar a queixa.
O episódio foi registrado como um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), procedimento padrão para infrações de menor potencial ofensivo, e os envolvidos foram liberados após prestarem depoimento.
Moisés Neri, que costuma realizar pregações tanto em locais públicos quanto em instituições privadas, foi encaminhado à delegacia para apresentar sua versão dos fatos. A Polícia Civil agora apura se as falas configuram o crime de homofobia ou se estão protegidas pelo direito ao exercício da atividade religiosa.
Em nota oficial, a defesa do pastor negou qualquer ataque pessoal ou direcionado ao denunciante. Os advogados sustentam que as falas foram de caráter "genérico" e estritamente baseadas em dogmas e passagens da Bíblia Sagrada.
Apesar da negativa de intenção criminosa, a equipe jurídica informou que orientou o pastor a manter uma postura de maior prudência em suas intervenções públicas futuras, visando evitar novos conflitos interpretativos. A defesa reiterou que aguarda os desdobramentos judiciais para provar a ausência de dolo.
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15:36, 23 Abr
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David Gonçalves Silva foi detido durante a Operação 'Falso Profeta', deflagrada sob a suspeita de estelionato, estupro de vulnerável e violação sexual mediante fraude.
Após anunciar um novo relacionamento em abril, o empresário foi acusado por seguidores e familiares de Isabel de trair a esposa durante seu tratamento.
Ao todo, o esquema de tortura física e psicológica, operado sob justificativa religiosa, mantinha cerca de 150 fiéis sob o domínio do investigado.
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