A acusação surgiu a partir do depoimento de uma moradora de Dourados (MS), que revelou ter sido convencida a pagar R$ 1.680 por um "tratamento espiritual"
Pastor durante pregação - @Reprodução
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MP-MS) apresentou uma denúncia contra o pastor David Tonelli Mainarte, acusando-o de estelionato após realizar promessas de curas milagrosas sem comprovação. A acusação surgiu a partir do depoimento de uma moradora de Dourados (MS), que revelou ter sido convencida a pagar R$ 1.680 por um “tratamento espiritual” em 2016, mas não obteve os resultados esperados.
De acordo com o promotor de Justiça João Linhares, responsável pela denúncia, o pastor se apresentava como possuidor de poderes sobrenaturais, prometendo cura para uma série de doenças e condições físicas. Entre as falsas promessas estavam curas para problemas dentários, como "dentes nascerem", recuperação de paralíticos, restauração da visão de cegos e até reconstrução corporal, como o caso de seios. O MP-MS classificou as ações do pastor como uma exploração da fragilidade emocional e física das vítimas, que buscavam ajuda em momentos de desespero.
O caso segue em tramitação na Justiça, e, caso as alegações sejam confirmadas, o pastor pode ser condenado por estelionato, crime que envolve obter vantagens ilícitas por meio de engano. O processo também levanta questões sobre a responsabilidade de líderes religiosos na proteção dos direitos dos fiéis, principalmente em relação à exploração de sua fé e vulnerabilidade.
Esse tipo de prática tem gerado debate sobre os limites da fé e os cuidados necessários para evitar que pessoas sejam manipuladas e enganadas, principalmente por aqueles que se apresentam como intermediários divinos.
Na noite do último domingo, 12 de janeiro, no Templo Sede da Igreja Assembleia de Deus de Santo André, fiéis recusaram cultuar com a Direção do Pastor Leandro, atual presidente do ministério.
Aos gritos, os evangélicos dentro do templo chegaram a entoar gritos de "Queremos Eleição, Fora Leandro". De forma pacífica, os fiéis se recusaram a iniciar o culto, após várias tentativas do pastor Leandro tentar dirigir os trabalhos.
Durante a transmissão com quase 7 mil visualizações, o líder religioso tentou intimidar os irmãos chamando a polícia, que ficou na porta do templo.
Ainda de acordo com algumas informações, o líder da igreja convidou alguns irmãos para cultuar em uma capela nas dependências da igreja.
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