O pontífice de 88 anos passou mais de cinco semanas no Hospital Gemelli, em Roma, para o tratamento. Apesar da alta, ele continua debilitado pela doença e reduziu drasticamente suas atividades.
Papa Francisco rezando. Foto: Reprodução/Vatican News
Neste sábado, 12 de abril, na véspera do Domingo de Ramos e do início da Semana Santa, o Papa Francisco visitou a Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, para rezar diante da imagem sagrada da Virgem Maria, Salus Populi Romani. Esta é uma das poucas aparições do papa após se recuperar de uma pneumonia bilateral.
O pontífice de 88 anos passou mais de cinco semanas no Hospital Gemelli, em Roma, para o tratamento. Apesar da alta, ele continua debilitado pela doença e reduziu drasticamente suas atividades. Os médicos disseram que Francisco deveria permanecer em repouso por dois meses para sua recuperação.
A primeira aparição pública aconteceu na missa do Jubileu dos Enfermos, na Praça São Pedro, no Vaticano, onde, de sua cadeira de rodas, saudou os fiéis.
Contrariando as recomendações médicas, ele recebeu a visita do rei Charles III e da rainha Camilla na última quarta-feira (9).
Um porta-voz do Palácio de Buckingham disse que "suas majestades estavam encantadas pelo papa estar suficientemente bem para recebê-los e por poder expressar seus melhores votos pessoalmente".
De acordo com o Vaticano, o estado de saúde do pontífice é estável. Francisco continua se recuperando em sua residência na Casa Santa Marta, no Vaticano. Até o momento, porém, a Santa Sé afirma que ainda é cedo para especular sobre a participação do papa nas cerimônias da Semana Santa.
O médico Sergio Alfieri, chefe da equipe que cuidou do papa Francisco no Hospital Gemelli, em Roma, Itália, disse na terça-feira, 25 de março, em entrevista ao jornal Corriere Della Sera, que no momento mais crítico do tratamento do pontífice, foi cogitado suspender o tratamento e deixar Francisco morrer, uma vez que ele estava sofrendo bastante.
"Tivemos que escolher entre parar e deixá-lo ir ou forçá-lo e tentar todos os medicamentos e terapias possíveis, correndo o risco muito alto de danificar outros órgãos. E no final nós tomamos esse caminho", revelou Alfieri.
De acordo o médico, a pior noite foi em 28 de fevereiro, quando o papa sofreu uma crise respiratória com vômitos.
"Pela primeira vez vi lágrimas nos olhos de algumas pessoas ao seu redor."
Segundo ele, o pontífice estava totalmente consciente durante todo o processo.
"Estávamos saindo do período mais difícil, enquanto o papa Francisco comia ele teve uma regurgitação e inalou. Foi o segundo momento realmente crítico porque nesses casos - se não forem socorridos prontamente - há risco de morte súbita, além de complicações nos pulmões, que já eram os órgãos mais comprometidos. Foi terrível, realmente achamos que não conseguiríamos."
Alfieri também explicou que o papa delegou as decisões a seu assistente médico pessoal, Massimiliano Strappetti, em quem tem total confiança.
"Strappetti nos disse: tente de tudo, não desista e ninguém desistiu", disse Alfieri.
Estadão Conteúdo
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