Papa Francisco. Foto: Reprodução/Redes Sociais
Na quarta-feira, 20 de novembro, o papa Francisco aprovou uma resolução para reformar os ritos funerários papais, tornando-os mais simples.
No novo texto, por exemplo, a confirmação da morte do papa será feita na capela, e não mais no quarto do falecido. Além disso, o papa pediu que sejam usados títulos mais simples, como "papa", "bispo de Roma" e "pastor", eliminando o termo "romano pontífice".
"O papa Francisco pediu, como ele mesmo declarou em diversas ocasiões, para simplificar e adaptar alguns ritos de forma que a celebração das exéquias do bispo de Roma expressasse melhor a fé da Igreja em Cristo Ressuscitado. O rito renovado, ademais, deveria enfatizar ainda mais que o funeral do romano pontífice é o de um pastor e discípulo de Cristo e não de uma pessoa poderosa deste mundo", disse o me o mestre das Celebrações Litúrgicas dos Pontífices do Vaticano, arcebispo Diego Ravelli.
Além dessas mudanças, o papa também quer retirar a obrigatoriedade de que os papas sejam enterrados em três caixões tradicionais: de chipre, chumbo e carvalho. A partir de agora, o corpo será sepultado em um único caixão de madeira, com interior de zinco, antes de ser transferido diretamente para a basílica.
Antes, o corpo do papa era transferido para a capela do Palácio Apostólico, onde o pontífice residia. No entanto, como o papa Francisco mora na residência da Casa Santa Marta, essa etapa foi eliminada.
O regulamento, que foi aprovado em 29 de abril deste ano, foi tornado público com os novos objetivos do papa Francisco de "simplificar e adaptar alguns ritos, para que o funeral do bispo de Roma reflita da melhor forma a fé da Igreja em Cristo Ressuscitado".
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