Frei Gilson e o Carnaval Foto Montagem/Portal de Prefeitura
Um trecho de fala de Frei Gilson voltou a circular nas redes sociais e vem gerando comentários de internautas sobre fé, cultura e tradições populares. No vídeo e nas publicações, o religioso afirma repetidamente:
“Não tem como ser santo pulando carnaval, esse carnaval do mundo aí.”
A frase tem sido compartilhada em diferentes plataformas, como WhatsApp, Instagram e TikTok, muitas vezes acompanhada de debates sobre a relação entre a vivência da fé cristã e a participação em festas populares.
Frei Gilson, conhecido por suas reflexões sobre espiritualidade, santidade e vida cristã, costuma criticar comportamentos que, em sua visão, se distanciam dos ensinamentos religiosos. A fala que viralizou segue essa linha, destacando que a santidade exige renúncia e disciplina, valores centrais em sua abordagem pastoral.
Segundo o próprio religioso, não se trata de uma condenação pessoal aos foliões, mas de uma reflexão sobre o equilíbrio entre fé e cultura: para quem busca uma vida santa e dedicada a princípios religiosos, a participação em festas mundanas como o carnaval seria incompatível com o ideal de santidade.
A declaração de Frei Gilson tem recebido tanto apoio quanto críticas. Alguns internautas destacam a importância da mensagem como orientação espiritual, enquanto outros defendem que a fé pode conviver com manifestações culturais, mesmo as consideradas populares ou profanas.
O debate evidencia uma tensão histórica entre tradição religiosa e festas populares no Brasil, especialmente durante o período de carnaval, que mistura música, dança e celebração coletiva. O ponto central da discussão gira em torno da liberdade de expressão cultural versus valores morais e religiosos.
Especialistas em sociologia da religião apontam que frases como a de Frei Gilson funcionam como gatilhos de reflexão para a comunidade religiosa. “É uma forma de provocar o fiel a pensar sobre seus hábitos, escolhas e prioridades espirituais, mesmo em contextos de festa e lazer”, explica o professor de Teologia e Ciências Sociais, Marcos Andrade.
A viralização também mostra como trechos curtos e repetitivos se espalham rapidamente nas redes sociais, tornando certos discursos símbolos de debates mais amplos sobre moralidade, tradição e religiosidade.
A fala de Frei Gilson reforça o entendimento de que, para ele, a santidade não é compatível com certas manifestações do mundo, como o carnaval. Ao mesmo tempo, a repercussão revela que a sociedade contemporânea encara a relação entre fé e cultura popular de maneiras diversas, refletindo um Brasil plural e multifacetado.
Em suma, o vídeo e as citações têm servido como ponto de partida para discussões sobre como equilibrar vida espiritual e participação em eventos culturais, especialmente em uma época do ano marcada por festas e celebrações.
Em um vídeo que tem ganhado repercussão, o Frei Gilson, durante a homília de uma missa, reafirma que imagem não cura.
Na gravação publicada, o religioso enfatiza que as imagens que fazem parte da fé católica, não são de carne e osso, "isso não é Jesus".
De acordo com o Frei, as esculturas servem para chocar, para lembrar do que aconteceu, pra jogar no teu coração piedade, para despertar na tua alma um sentimento por Deus:
"É para isso que ela está aqui, mas não é ela que vai curar você".
O sacerdote ressaltou que o poder de cura e a graça não vêm de uma imagem:
"Jesus te curou, você se ajoelhou diante de uma imagem e você rezou pra Jesus. Se você se ajoelhou na frente de um santo, este santo intercedeu por você lá do céu e Jesus te deu a graça. A graça não saiu dessa imagem",
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