Kleber Lucas Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O pastor e cantor gospel Kleber Lucas voltou a se pronunciar publicamente para esclarecer sua posição e reafirmar seus princípios após participar de encontros e eventos com líderes de diferentes religiões, entre eles representantes da Umbanda, do Espiritismo e da Igreja Católica.
O artista explicou que sua convivência com líderes de outras crenças não representa uma relativização de sua fé, mas sim a prática do respeito e do amor cristão em um contexto de diversidade religiosa.
“Eu acho que isso faz parte desta convivência pacífica de um Brasil que é laico, e isso é respeitar o nosso próximo”, declarou o pastor.
Ele acrescentou ainda que, embora mantenha firme sua fé em Cristo, acredita que o diálogo entre religiões é essencial para a paz e a harmonia social.
“Eu não abro mão da minha fé, mas também não fecho o coração para o outro”, completou.
Para Kleber Lucas, a fé cristã deve servir como instrumento de transformação social, reconciliação e amor ao próximo, independentemente de religião, cor ou origem.
“O Evangelho genuíno constrói pontes, não muros”, costuma afirmar o cantor, que segue sendo uma das figuras mais respeitadas da música gospel contemporânea.
Em março deste ano, a cidade sede do governo federal se transformou no cenário da 4ª Conferência Nacional da Cultura, um acontecimento caracterizado pela presença do Presidente Lula e pela reunião de aproximadamente três mil participantes no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.
Dentre as eminentes personalidades que estiveram presentes, merece destaque o cantor evangélico e líder religioso Kleber Lucas, cuja participação representa um relevante diálogo entre religião e cultura na atual conjuntura brasileira.
Kleber Lucas, reconhecido tanto por sua bem-sucedida trajetória na música quanto por sua liderança espiritual, tem sido alvo de críticas por parte de uma parcela expressiva da comunidade evangélica devido à sua proximidade com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e por apoiar agendas consideradas progressistas.
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O custo direto, apenas em salários de cargos comissionados ultrapassa R$ 130 mil por mês.
"Os bastidores do propósito constroem algo em nós que nenhum holofote constrói: base, sabedoria e maturidade", escreveu o artista nas redes sociais.
A religiosa se referiu a um texto bíblico do livro de Juízes, que narra a violência contra uma mulher, para traçar um paralelo com crimes omitidos para "evitar escândalos".
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