Influenciadora cristã diz que nova coleção de roupas da Renner é consagrada a orixás Foto: Renner
A influenciadora cristã Marianna Rangel publicou um vídeo na semana passada alertando seus seguidores sobre roupas da Renner que estariam consagradas a entidades espirituais. Segundo ela, a marca lançou uma coleção que faz referência a espíritos e entidades da umbanda, candomblé e outras religiões de matriz africana.
Em sua publicação, Marianna destacou que muitas pessoas estariam usando essas peças sem saber de seu significado espiritual, o que poderia gerar conflitos com a fé cristã. “Vigia pra não comprar essa coleção, irmãos”, escreveu a influenciadora na legenda do post.
Marianna explicou que, embora algumas peças pareçam apenas objetos decorativos ou roupas comuns, como uma concha de praia, a coleção possui um caráter espiritual. Segundo ela, os itens foram consagrados a espíritos e entidades, o que, para cristãos, pode representar um risco espiritual.
“No vídeo, Marianna disse: ‘Você que é cristão pode estar comprando algo pensando que é só uma concha de praia. (…) A coleção é sobre espiritualidade e consagrada a espíritos e entidades da umbanda, candomblé e religiões de matriz africana. (…) Não vista e não coloque dentro da sua casa roupas e objetos consagrados’”, explicou a influenciadora.
O alerta chamou atenção nas redes sociais e gerou debates sobre a relação entre consumo, espiritualidade e fé. Muitos seguidores agradeceram pelo alerta, destacando que informações sobre os significados espirituais de produtos podem não estar amplamente divulgadas.
O ministro do evangelho Leonardo comentou, nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, em suas redes sociais, a repercussão da música “Auê (A Fé Ganhou)”, de Marco Telles & Coletivo Candiero, que viralizou nas últimas semanas e passou a ser tema de debates entre internautas e comunidades religiosas.
Lançada recentemente, a canção provocou reações negativas em setores do meio evangélico, após trechos da letra serem interpretados por parte do público cristão como possíveis referências à chamada “macumbaria”.
Pastores, cantores e teólogos têm se manifestado contrários ao conteúdo, apontando o que consideram sincretismo religioso e alusões a entidades como Zé Pelintra e Maria Padilha, vistas por esses grupos como incompatíveis com os princípios da fé cristã.
Durante a publicação, Leonardo leu partes da letra da música e analisou também a vestimenta do cantor, destacando elementos que, segundo ele, poderiam remeter a símbolos de outras religiões.
O posicionamento do ministro reforçou o debate que vem ganhando espaço nas redes sociais e no meio religioso sobre os limites entre expressão artística e crença religiosa.
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