Congregação Cristã do Brasil Foto: Rede Social
A Igreja Congregação Cristã no Brasil emitiu uma orientação interna pedindo que seus fiéis se afastem das tradições natalinas amplamente difundidas na sociedade. O comunicado aborda desde comportamentos individuais até atividades coletivas realizadas durante o período que envolve o dia 25 de dezembro, como enfeites, iluminação temática e troca de presentes.
Segundo a liderança da igreja, as comemorações natalinas modernas teriam se consolidado a partir de costumes de sociedades antigas que não professavam a fé cristã. Para a denominação, essas tradições, embora culturalmente populares, não encontram respaldo direto na Bíblia e não fazem parte dos ensinamentos de Jesus Cristo, que teria instituído ritos voltados apenas à recordação de sua morte e paixão.
Entre as práticas desencorajadas estão:
O documento enfatiza que essas orientações também visam evitar constrangimentos entre membros, especialmente aqueles que enfrentam dificuldades financeiras ou podem se sentir diminuídos ao participar de atividades de troca de presentes.
A nota oficial da igreja cita passagens bíblicas como fundamento para a medida, incluindo João 17:16, destacando a necessidade de manter os valores cristãos distintos das tradições do mundo. Segundo o comunicado, a vigilância constante é necessária para que os fiéis não sejam “vencidos pelo engano do tentador”.
A Congregação Cristã no Brasil é conhecida por adotar uma postura conservadora em relação a datas e práticas culturais que não estejam explicitamente mencionadas nas escrituras. A orientação recente reforça a distinção entre costumes populares e os rituais bíblicos, buscando preservar a doutrina defendida pela igreja.
Além disso, a recomendação reflete a preocupação com o ambiente digital, onde a difusão de imagens e mensagens sobre o Natal pode ser interpretada como aceitação de tradições que a igreja considera externas à fé.
Embora a medida seja voltada a membros da igreja, especialistas em religião destacam que orientações como essa podem influenciar a maneira como comunidades religiosas menores lidam com datas culturais. Para a Congregação, a prioridade é manter a coerência entre a prática religiosa e os ensinamentos bíblicos, independentemente das convenções sociais.
A decisão de evitar celebrações natalinas e atividades associadas, como “amigo oculto”, reforça o compromisso da denominação com uma interpretação literal das escrituras e uma vida guiada pelos valores cristãos que considera essenciais.
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A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
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