Pastores e líderes religiosos reforçam que o ato de orar pela saúde de uma autoridade pública está alinhado aos princípios bíblicos.
12 de dezembro de 2024 às 09:29 - Atualizado às 10:24
Presidente Lula Reprodução/Instagram
Após uma realização de procedimento cirugico, considerada uma cirurgia de emergência na madrugada da terça-feira, 10 de dezembro. A saúde do presidente Luiz Inácio Lula da Silva mudou o cenário político, e comoveu também a comunidade evangélica em todo o país.
Lula realizou um tratamento de hematoma na cabeça e, posteriormente, por um procedimento complementar para evitar novos sangramentos. Com isso líderes religiosos e fiéis de diversas denominações de igrejas têm manifestado apoio ao presidente através de orações.
As manifestações ganharam força após pronunciamentos de figuras públicas da Frente Parlamentar Evangélica, como o deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ).
Durante uma sessão na Câmara dos Deputados, ele pediu solidariedade e orações ao presidente.
“Esse é nosso papel enquanto igreja: orar pelas autoridades, independentemente de divergências políticas. Desejamos ao presidente uma plena recuperação”, afirmou.
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O gesto de Otoni de Paula, embora pontual, reflete um sentimento compartilhado por muitas igrejas e comunidades religiosas.
Desde o anúncio do estado de saúde de Lula, correntes de oração têm sido organizadas em cultos, grupos de intercessão e reuniões virtuais, com foco na recuperação do presidente.
Pastores e líderes evangélicos reforçam que o ato de orar pela saúde de uma autoridade pública está alinhado aos princípios cristãos.
“Independente de visões políticas, nós somos chamados a interceder pelas pessoas em posição de liderança. Oramos pela saúde do presidente Lula, para que ele se recupere plenamente e possa continuar seu trabalho pelo país”, comentou o pastor Roberto Silva, de uma igreja em Belo Horizonte.
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A vítima, hoje com 17 anos, relatou que era obrigada a sentar na coxa do homem, sob a justificativa de que fazia parte da prática religiosa.
Para o pastor Osiel Gomes, a igreja não deve ser utilizada como escudo por agressores, e denunciar crimes é uma responsabilidade urgente.
O evento terá caráter beneficente e contará com a participação de ex-jogadores da Seleção Brasileira, atletas com passagem por grandes clubes do futebol nacional e nomes ligados ao futebol pernambucano.
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