Dia do Católico no Recife vai encher Clube Internacional de fé e adoração neste domingo (27). Foto: Divulgação
O Recife se prepara para celebrar com fé e cultura a terceira edição do Dia do Católico, instituído por meio da Lei Municipal nº18.993/2022, de autoria do vereador Felipe Alecrim. O evento será realizado no domingo, 27 de julho de 2025, no Clube Internacional do Recife, com entrada gratuita. São esperadas cerca de 3 mil pessoas ao longo do dia.
A escolha do mês de julho para essa celebração não é aleatória: foi nesse mês, em 7 de julho de 1980, que o Papa João Paulo II visitou o Recife e celebrou missa para mais de 500 mil pessoas no Viaduto Capitão Temudo, deixando um legado de fé que ainda ecoa na cidade.
Além disso, julho é o mês de Nossa Senhora do Carmo, padroeira oficial da capital, celebrada todo dia 16 com procissões e missa solene, integradas na tradição católica recifense.
A programação do evento, que reúne fiéis da Arquidiocese de Olinda e Recife, começa a partir das 10h e oferecerá: shows com Padre Damião Silva, DJ Roony Moura, Dudu do Acordeon, Hugo Santos e o cantor Adilson Jr; feira de artigos religiosos; praça de alimentação; tendas de evangelização; adoração ao Santíssimo Sacramento; atendimento de confissões.
O ponto alto será a Santa Missa, presidida às 17h por Frei Dennys Pimentel, que conduzirá a celebração no palco principal.
Organizado pelo mandato do vereador Felipe Alecrim, com apoio de paróquias, grupos e movimentos da Arquidiocese, o Dia do Católico reafirma a presença ativa da Igreja na história social, cultural e espiritual da capital.
Dia do Católico 2025
Domingo, 27 de julho, a partir das 10h
Clube Internacional do Recife
Entrada gratuita | Lei Municipal nº18.993/2022
1
2
4
09:24, 13 Set
27
°c
Fonte: OpenWeather
Celebração no bairro Volta do Rio terá tríduo, missas, quermesse e procissão até a terça-feira, 15 de setembro.
Dom José Ruy encontrou o pontífice durante audiência geral na Praça de São Pedro; lembrança representa a ligação dos dois religiosos com a Ordem de Santo Agostinho.
Ao longo da entrevista, o religioso afirmou que a crescente polarização política no Brasil tem alcançado os templos religiosos
mais notícias
+