Papa Francisco. Foto: Vatican Media
Com a morte do Papa Francisco nesta segunda-feira, 21 de abril, o Vaticano se prepara para iniciar o Conclave — processo que elegerá o novo pontífice.
Segundo as regras da Igreja Católica, a votação deve começar em até 20 dias e contará apenas com cardeais com menos de 80 anos.
Entre os oito cardeais brasileiros atualmente vivos, sete estão aptos a participar da votação. São eles:
O único brasileiro impedido de votar é o cardeal Raymundo Damasceno, arcebispo emérito de Aparecida, que tem 87 anos.
Apesar da idade, ele será convidado a integrar o Colégio dos Cardeais durante as reuniões pré-Conclave, nas quais são debatidos assuntos urgentes da Igreja.
De acordo com o Vaticano, 138 cardeais de diferentes países têm direito a voto na eleição do novo Papa.
O Papa Francisco morreu nesta segunda-feira, 21, aos 88 anos, informou o Vaticano. Nascido em 17 de dezembro de 1936 em Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio sofria de uma doença pulmonar crônica que o vitimou.
A morte do papa acontece um dia após o Domingo de Páscoa, quando ele fez uma breve aparição para abençoar as milhares de pessoas na Praça São Pedro, no Vaticano, o que provocou vivas e aplausos da multidão.
O pontífice continuava sua recuperação de um grave episódio de pneumonia bilateral.
Ele não celebrou a missa de Páscoa na praça, deixando a tarefa para o cardeal Angelo Comastri, o arcipreste aposentado da Basílica de São Pedro.
Aparições raras desde o retorno da hospitalização
Francisco só apareceu em público algumas vezes desde que retornou ao Vaticano, em 23 de março, após uma hospitalização de 38 dias.
Ele não participou das solenidades da Sexta-Feira Santa e do Sábado Santo, mas o folheto da missa e os planos litúrgicos publicados pelo Vaticano já adiantavam sua aparição no domingo.
Segundo o Vaticano, ao menos 35 mil pessoas participaram da missa no local, especialmente adornado com narcisos, tulipas e outras flores doadas pelos Países Baixos.
"Irmãos e irmãs, feliz Páscoa!", disse Francisco, no domingo.
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Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
A denominação, liderada pelo pastor André Valadão, possui mais de 700 filiais no Brasil e no exterior.
O Caso envolve os novos líderes da Manah Church, que têm ações judiciais em andamento por dívidas significativas.
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