O Agente Secreto, que se passa em Recife, venceu dois prêmios no Festival de Cannes recentemente, sendo reconhecido pela principal associação de críticos de cinema do mundo.
Raquel Lyra e Kleber Mendonça Filho Fotos: Portal de Prefeitura e Victor Juca/Divulgação
No Palácio do Campo das Princesas, a governadora Raquel Lyra fará a entrega da Medalha de Honra ao Mérito Guararapes, maior condecoração do Estado, aos cineastas Kleber Mendonça Filho e Gabriel Mascaro na noite desta quinta-feira, 5 de junho, pela sua contribuição à projeção nacional e internacional da cultura pernambucana.
Também serão homenageados no evento a produtora Emilie Lesclaux, a Orquestra Popular do Recife e o grupo Guerreiros do Passo.
O Agente Secreto, que se passa em Recife, foi considerado o melhor filme, vencendo dois prêmios no Festival de Cannes recentemente pela principal associação de críticos de cinema do mundo, e também ganhou o Prix des Cinémas Art et Essai, da Associação Francesa de Cinemas de Arte e Ensaio.
O longa foi exibido em Cannes em maio desse ano e foi aplaudido de pé por vários minutos e chamou a atenção da imprensa francesa, que o chamou de "virtuoso" e "espetacular".
Kleber Mendonça Filho anunciou que O Agente Secreto, chegará aos cinemas brasileiros no início de novembro, com distribuição da Vitrine Filmes.
A confirmação foi feita por meio das redes sociais do cineasta, que anteriormente havia divulgado apenas que o lançamento ocorreria no segundo semestre de 2025.
Ambientado no fim da década de 1970, em plena ditadura militar brasileira, O Agente Secreto acompanha a história de Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia que retorna ao Recife tentando escapar de um passado turbulento.
No entanto, ele logo percebe que a cidade ainda está mergulhada em um ambiente de desconfiança e tensão política.
O elenco reúne nomes de destaque do cinema nacional, como Gabriel Leone, Maria Fernanda Cândido, Hermila Guedes, Thomás Aquino e o ator alemão Udo Kier.
Durante a première em Cannes, Kleber Mendonça Filho comentou o impulso pessoal por trás do roteiro:
“Um dos elementos que mais me levaram a querer escrever o filme é que eu acho que o meu país tem um problema de amnésia auto-aplicada, normalizada com a anistia de 1979. A anistia proposta pelo próprio governo militar que, desde 1964, tinha cometido incontáveis atos de violência contra a população brasileira.”
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