Profissionais cobram o cumprimento integral da Lei do Piso, a valorização da carreira e a reparação das perdas salariais acumuladas.
06 de maio de 2025 às 11:14 - Atualizado às 13:56
Professores do Recife decretam greve após João Campos manter proposta de 1,5% no reajuste salarial Foto: Divulgação/Simpere
Em assembleia geral realizada na manhã desta terça-feira, 6 de maio, no Clube Português, professoras e professores da rede municipal do Recife aprovaram, por unanimidade, a deflagração da greve. A decisão foi tomada após sucessivas rodadas de negociação com a Prefeitura do Recife sem qualquer avanço na pauta da categoria.
Em estado de greve desde o dia 10 de abril, os profissionais cobram o cumprimento integral da Lei do Piso, a valorização da carreira e a reparação das perdas salariais acumuladas. Na última reunião, realizada ontem (5), a gestão João Campos mais uma vez não apresentou proposta satisfatória de reajuste, reforçando o descaso com a educação pública.
Na segunda (5), durante mesa de negociação na Escola de Formação de Educadores do Recife Professor Paulo Freire (EFER), a proposta da Prefeitura foi, novamente, distante do que determina a legislação e do que exige a categoria, oferecendo 1,5% de reajuste até junho e acrescendo 0,95% a partir de julho, ignorando o índice de 6,27% estabelecido pelo Piso Nacional do Magistério, além da reparação das perdas acumuladas de 12,78% dos anos anteriores.
“Estamos diante de uma escolha coletiva. Se a Prefeitura não cumpre a lei, se recusa a valorizar a educação e ignora a voz da categoria, é preciso responder à altura. Estamos prontos para defender nossos direitos”, reforça Anna Davi, também coordenadora do sindicato. A assembleia será decisiva para os rumos da mobilização. O SIMPERE convoca toda a base a comparecer, participar da votação e construir coletivamente os próximos passos da luta por respeito e valorização profissional.
1
2
3
4
15:22, 06 Mar
30
°c
Fonte: OpenWeather
De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
No documento, o bloco afirmou que já ingressou com um Mandato de Segurança na Justiça para assegurar o direito de instaurar a comissão.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
mais notícias
+