Metrô do Recife. Foto: Divulgação
Um homem morreu após sofrer um mal súbito enquanto viajava no Metrô do Recife, na manhã deste sábado, 10 de maio.
De acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), o caso ocorreu por volta das 5h, entre as estações Alto do Céu e Rodoviária, na Linha Centro. A identidade e a idade da vítima não foram divulgadas.
O trem seguiu até a Estação Camaragibe, onde foi paralisado até a chegada de uma equipe do Instituto de Criminalística (IC).
Testemunhas que aguardavam o transporte na estação relataram que o homem estava sentado e, aos poucos, foi se deitando sobre dois assentos. Inicialmente, pensaram que ele estivesse dormindo, mas estranharam quando ele não reagiu à parada do trem.
A Polícia Militar informou que uma equipe do 20º Batalhão esteve no local, confirmou o óbito e aguardou os órgãos competentes para os procedimentos legais.
A circulação dos trens na Linha Centro não foi interrompida. A Estação Camaragibe, última do ramal, conta com duas plataformas de embarque, permitindo que o serviço continuasse em uma delas enquanto o corpo era removido ao Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife, no bairro de Santo Amaro, área central da capital.
No dia 2 de abril, passageiros do Metrô levaram um susto após uma escada rolante da Estação Recife, no bairro de São José, pegar fogo. Segundo apurado, o incêndio foi causado por uma bituca de cigarro descartada por um dos usuários.
De acordo com a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), um homem foi flagrado jogando o cigarro no equipamento, que rapidamente pegou fogo.
As chamas danificaram parte da borracha do corrimão e as laterais da estrutura. A CBTU reforçou que é proibido fumar nas estações do Metrô, uma vez que a prática coloca "em risco a vida dos passageiros e de todo o sistema".
A companhia também informou que acionará sua área jurídica para apurar os fatos e responsabilizar o autor do incêndio, com o objetivo de evitar a repetição de ocorrências semelhantes.
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O vereador ressaltou que a responsabilidade pelo ocorrido com o garoto deve ser apurada de forma abrangente, envolvendo toda a rede pública de atendimento pela qual ele passou.
Os ingressos começam a ser vendidos neste mês. A nova fase do espetáculo reúne diferentes momentos da trajetória do grupo.
De acordo com a Polícia Civil, o caso começou a ser investigado em julho do ano passado. Bruno permaneceu em liberdade até a conclusão do inquérito que segue para o MPPE.
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