Protesto na Avenida Caxangá. Foto: Divulgação
Na manhã desta segunda-feira, 17 fevereiro, um grupo de mães e funcionários da Creche Nossa Senhora de Aparecida, localizada no bairro do Cordeiro, Zona Oeste do Recife, realizou um protesto na Avenida Caxangá. A creche opera em parceria com a Prefeitura do Recife.
As manifestantes denunciaram supostos casos de maus-tratos e cobraram o pagamento de salários atrasados.
De acordo com as funcionárias, os vencimentos estão atrasados há meses, sem previsão para regularização. Algumas delas afirmam estar sem receber desde o final do ano passado.
As manifestantes fecharam a Avenida Caxangá, uma das principais vias da cidade, para chamar atenção das autoridades. Com cartazes e palavras de ordem, elas pediram uma resposta da gestão municipal e cobraram providências imediatas. A mobilização gerou impacto no trânsito, causando congestionamento na região.
Os funcionários da creche também aproveitaram o momento para denunciar irregularidades na administração da unidade. Segundo os relatos, a instituição recebe repasses da Prefeitura do Recife para manter as operações, mas os recursos não estariam chegando adequadamente aos trabalhadores. Essa situação estaria prejudicando o funcionamento da creche e afetando diretamente o atendimento às crianças.
O site Portal de Prefeitura entrou em contato com a gestão municipal, que se manifestou por meio de nota:
A Secretaria de Educação do Recife esclarece que todos os repasses para a unidade de ensino estão em dia. Caso ocorra atraso no pagamento dos profissionais, a unidade será notificada para regularizar a situação. A pasta ressalta, por fim, que o pagamento dos gestores, professores e demais colaboradores é de responsabilidade das creches parceiras.
A presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do Recife (Sindguardas Recife), Marília Viana, denunciou na última quarta-feira (12) a falta de recursos adequados para os servidores da categoria. Segundo ela, a deficiência de equipamentos e a ausência de treinamento colocam os agentes em risco durante as operações.
"Não só a arma de fogo, mas também outros equipamentos, como a Spark ou a Taser, que são armas de choque, e espargidores, não são fornecidos aos servidores. Além disso, há equipamentos no comando da Guarda que continuam guardados porque os agentes não recebem treinamento para utilizá-los", afirmou.
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