Eduardo Moura. Foto: Reprodução
O vereador Eduardo Moura (Novo) realizou na segunda-feira, 14 de julho, mais uma fiscalização na Policlínica Amaury Coutinho, no bairro da Campina do Barreto. A iniciativa surgiu após o gabinete do parlamentar receber novas denúncias sobre a demora no atendimento por falta de médicos.
Durante a Reunião Ordinária na Câmara do Recife no dia 15\04\25 o vereador e líder do (PSB), Rinaldo Júnior disse que a Policlínica Amaury Coutinho ganharia um reforço de 96 novos profissionais de saúde para suprir a necessidade da população.
Tal realidade não foi constatada pelo vereador Eduardo Moura, que identificou mais uma vez, o déficit de médicos, banheiros interditados e pacientes há horas aguardando por atendimento.
Ao conversar com o diretor da unidade, Eduardo Moura questionou sobre o reforço no número de profissionais de saúde, e foi informado pela direção, que os novos servidores ainda não foram enviados de forma suficiente. Três meses após o anúncio que aumentaria o quadro profissional da policlínica, a escala é a mesma: 4 clínicos, 3 ortopedistas e dois pediatras para um universo de mais de quatrocentos pacientes por dia que agonizam por atendimento.
Farmácia - em abril, durante a fiscalização feita no dia 14\04, o setor enfrentava problemas no abastecimento de medicamentos. Durante a live desta segunda-feira, foram reconhecidas as melhorias na organização deste setor, bem como, concedidos voto de aplausos aos funcionários que desempenham atividades neste departamento.
Na manhã desta sexta-feira, 4 de julho, o vereador do Recife, Eduardo Moura, esteve no bairro do Sancho, na Zona Oeste da capital, para denunciar os impactos de uma obra da Prefeitura que, segundo ele, foi mal projetada e mal executada.
Durante uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, Moura visitou a Rua Maria de Lourdes da Silva, localizada atrás do antigo presídio Aníbal Bruno, onde oito casas desabaram no dia 19 de junho após o serviço feito no local.
“Olá, pessoal, bom dia! Estou trabalhando aqui no bairro do Sancho. Esta é Maria de Lourdes da Silva. É uma rua que fica atrás do antigo presídio Aníbal Bruno”, iniciou o vereador.
De acordo com Eduardo Moura, o maior problema da comunidade não é insegurança ou falta de iluminação pública, mas sim a irresponsabilidade na execução da obra.
“Só que o problema aqui não é violência, insegurança, escuridão. Não é esse. O problema aqui é o seguinte: é uma obra da Prefeitura que foi mal feita, mal projetada, e que teve uma consequência que podia ser uma tragédia”, afirmou.
Durante a live, o vereador entrou em uma das casas que está sob risco de desabamento, guiado por moradores, e acessou, por dentro dela, uma das oito residências que já vieram abaixo.
O cenário era de destruição total.
“Quer dizer, já foi um acidente seríssimo, mas podia virar uma tragédia. Oito casas caíram por conta dessa obra. Oito!”, reforçou.
Eduardo Moura conversou com moradores desabrigados e cobrou providências do poder público.
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Com a decisão, será formada agora uma subcomissão responsável por conduzir as próximas etapas do processo disciplinar, incluindo a apuração detalhada dos fatos.
Segundo informações, os colegiais foram abordados por dois homens em uma motocicleta. Quando o mentor, de 42 anos, percebeu a ação e tentou atropelar os suspeitos.
De acordo com as investigações, ela relatou que teria sido mantida em uma área de vegetação por várias horas, junto com o marido, sofrendo tortura.
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