Pesquisa para Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes. Imagem: Arte/Portal de Prefeitura
Em uma decisão recente, a Justiça Eleitoral rejeitou o pedido da coligação “A MUDANÇA CONTINUA” para suspender a divulgação de uma pesquisa eleitoral em Jaboatão dos Guararapes conduzida pela empresa NAIPE'S ASSESSORIA E CONSULTORIA EM MARKETING LTDA / NAIPES MARKETING INTELIGENCIA E TECNOLOGIA, inscrita no CNPJ nº 14.861.123/0001-21. O pedido foi feito após alegações de irregularidades na pesquisa registrada sob o número PE-08075/2024.
A coligação, que inclui partidos como PL, UNIÃO, DC, NOVO, e outros, argumentou que a pesquisa apresentava vários problemas, como a falta de detalhes sobre o plano amostral por bairros e inconsistências na representatividade dos dados. Segundo a coligação, a pesquisa priorizou bairros litorâneos e negligenciou a zona rural, o que comprometeria a precisão dos resultados.
Além disso, a coligação alegou falhas metodológicas e a ausência de informações sobre como a amostra foi selecionada. Com base nessas alegações, solicitaram ao juiz que suspendesse a divulgação da pesquisa até que as irregularidades fossem corrigidas.
No entanto, o juiz responsável pelo caso analisou os documentos e concluiu que a pesquisa estava registrada conforme as normas estabelecidas pela legislação eleitoral. O juiz observou que a empresa NAIPES havia corrigido e complementado as informações necessárias no prazo adequado. Portanto, não foram encontrados problemas graves que justificassem a suspensão da divulgação.
O juiz também determinou que a coligação deve cumprir com formalidades adicionais para continuar com o processo, mas a decisão principal foi pela improcedência do pedido de suspensão.
Com isso, a pesquisa realizada pela NAIPES continua válida e disponível ao público, e a coligação terá que seguir os trâmites legais para avançar com suas contestações, se assim desejar.
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15:40, 07 Mar
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Contra o suspeito havia sete mandados de prisão por homicídio. A mulher tinha um mandado em aberto. Ambos também são investigados por tráfico de drogas e extorsão.
Análises da perícia identificaram que o corpo da vítima estava no banco de trás de um carro. A corporação não descarta a hipótese do veículo ser roubado.
Parentes da garota informam que o homem dava em cima dela, mas ela havia deixado claro que não queria se envolver amorosamente com ele.
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