Além do parlamentar, uma pessoa que presta serviços ao local do crime também foi presa. Aparelhos eletrônicos e documentos também foram apreendidos e serão periciados pela polícia.
Polícia Civil prendeu vereador suspeito de participar de atentado. Polícia Civil prendeu vereador suspeito de participar de atentado.
Um vereador, que não teve o nome oficialmente divulgado, foi preso temporariamente pela Polícia Civil de Francisco Beltrão, cidade paranaense a 470 quilômetros da capital Curitiba, cumpriu seis mandados de busca e apreensão e realizou prisões na manhã desta sexta-feira, 28 de junho.
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Além do vereador, uma pessoa que presta serviços ao clube também foi presa.
Os investigados são suspeitos de furto, ameaça, extorsão, roubo e associação criminosa. Durante as diligências, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e documentos que serão periciados pela polícia.
Procurada pelo Estadão, a Câmara municipal informou que, apesar o mandado de busca e apreensão ter ocorrido no gabinete do vereador, a investigação não apura crimes envolvendo a atividade parlamentar do suspeito.
"A Casa de Leis está colaborando com a Polícia Civil nas investigações, no entanto, reforça-se, tal procedimento investigativo não tem qualquer vínculo ou relação com a Câmara Municipal e suas atividades, fato este, confirmado pela Polícia Civil", disse em nota.
Haverá uma reunião no início da tarde desta sexta-feira com a mesa diretora e os demais parlamentares para debater o assunto, e é possível que o vereador seja afastado do mandato.
Em maio, o vereador Oberdan Saretta (PSDB) usou a tribuna da Câmara Municipal para denunciar os supostos atentados.
Ele é um dos membros do conselho deliberativo do clube. No discurso, o vereador afirmou que houve atentados contra a dois conselheiros do clube, um em que criminosos lançaram garrafas com material explosivo, e outro em que um artefato explosivo foi colocado embaixo do veículo do conselheiro. Segundo o vereador, houve uma explosão, mas ninguém ficou ferido.
"Não vou sossegar e me tranquilizar (até os responsáveis serem revelados). E se acaso acontecer alguma coisa contra minha pessoa, as forças policiais estão avisadas", alertou o vereador.
Estadão Conteúdo
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12:24, 07 Mar
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Segundo nota divulgada pelo STF, o conteúdo foi tornado público pela CPI do INSS, que recebeu o material por ordem do ministro André Mendonça, relator do caso na Corte.
Após cometer o crime, que ocorreu em Suape, o homem fugiu na sequência e foi localizado pela polícia no Cabo de Santo Agostinho.
Segundo as investigações, o homem atraía as vítimas para tomar um drink depois do trabalho. No encontro, ele as dopava misturando substâncias em bebidas.
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