Vereador é preso suspeito de matar mergulhador. (Fotos: Divulgação e Reprodução/ Redes Sociais)
O vereador de Petrolândia Cristiano Lima dos Santos (PSB), conhecido como “Cristiano da Van”, foi preso na manhã desta quarta-feira, 28 de janeiro, no município de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco.
O parlamentar é apontado pela Polícia Civil como um dos principais suspeitos de envolvimento no homicídio do mergulhador e empresário Samyr Oliveira, de 42 anos.
A prisão ocorreu durante uma operação realizada pela Delegacia de Polícia Civil de Santa Cruz do Capibaribe. Segundo o delegado Daniel Angeli, responsável pelas investigações desde o dia em que a vítima foi baleada, em 13 de janeiro, a motivação do crime estaria relacionada a mensagens enviadas por Samyr com teor de zombaria direcionado ao parlamentar.
“Através da análise de imagens de câmeras de segurança, coleta de depoimentos, a gente identificou com alto grau de certeza. A autoria do crime recai sobre Cristiano da Van. Claro que ele não fez isso sozinho. [...] Essas outras pessoas estão sendo investigadas. A motivação do crime, basicamente, está relacionada a mensagens e aúdios de WhatsApp que a vítima, Samyr, enviou falando sobre o vereador. Zombando do vereador”, afirmou o delegado.
Samyr Oliveira foi baleado após ser perseguido por um atirador em uma motocicleta na Avenida Prefeito José Gomes de Avelar. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o mergulhador tenta escapar dos disparos.
De acordo com o delegado Daniel Angeli, Cristiano da Van permanecerá custodiado na delegacia e deverá passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (29).
Por meio de nota, a Câmara de Vereadores de Petrolândia manifestou repúdio a qualquer ato de violência.
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O skunk é uma variedade de cannabis cultivada para apresentar concentração mais elevada de tetrahidrocanabinol, o THC, principal componente psicoativo da planta.
A ação teve início após o trabalho das equipes policiais, que localizaram o imóvel apontado como um local utilizado para o desmonte de motocicletas com registro de roubo ou furto.
A profissional passou a responder também por falsidade ideológica relacionada a uma informação inserida no prontuário da menina, que seria falsa. Não houve condenação até o momento.
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