Vítima procurou a polícia após receber a cobrança; encontro marcado em shopping de Campina Grande terminou com a recuperação do aparelho.
17 de setembro de 2026 às 11:01 - Atualizado às 11:10
Central de Polícia Civil de Campina Grande. Foto: Reprodução/Google Street View
Uma cobrança de R$ 500 pela devolução de um celular furtado levou a Polícia Civil a prender três homens na tarde da quarta-feira, 16 de setembro, em Campina Grande, no Agreste da Paraíba. Os suspeitos foram abordados em um shopping no bairro do Catolé, durante um encontro acompanhado pelos investigadores.
Segundo a polícia, o aparelho pertencia a uma pessoa que mora em João Pessoa e havia sido furtado em junho deste ano. Um dos homens entrou em contato com a vítima, afirmou estar com o telefone e teria exigido dinheiro para entregá-lo.
As informações policiais também apontam que o suspeito pediu a senha do celular para acessar os arquivos armazenados. Não foi esclarecido se ele conseguiu desbloquear o equipamento ou visualizar o conteúdo.
Além de procurar a vítima, o homem teria entrado em contato com a irmã dela. Durante as conversas, foi combinado um encontro para a devolução do telefone, que permanecia fora da posse do proprietário desde o furto.
A vítima denunciou a situação à Polícia Civil e acertou a entrega do dinheiro. Com conhecimento da negociação, os agentes organizaram uma ação para acompanhar o encontro na praça de alimentação do centro comercial.
No local, os policiais abordaram o suspeito e encontraram o aparelho. Outros dois homens que estavam com ele também foram presos. Os três foram encaminhados à delegacia para os procedimentos relacionados à ocorrência.
A investigação deverá esclarecer o envolvimento individual dos detidos na suspeita de extorsão. As informações divulgadas até o momento não detalham quais teriam sido as funções dos outros dois homens na negociação.
Também não há confirmação de que os presos tenham participado do furto ocorrido em junho. O relato policial sobre a ação no shopping se concentra na cobrança pela devolução do aparelho e nos contatos feitos com a vítima e a irmã.
Os nomes e as idades dos suspeitos não foram informados nas fontes consultadas. Tampouco havia informação sobre eventual pagamento dos R$ 500 antes da abordagem.
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A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) orientou que o volume fosse mantido em uma área segura e que não fosse aberto ou manipulado.
Investigação começou após a vítima relatar ameaças e transferências por Pix; suspeita foi localizada no interior do Ceará.
O grupo é suspeito de comércio ilegal de armas, vazamento de dados restritos da segurança pública e lavagem de capitais em benefício da facção criminosa, que atua no Complexo de Israel, na zona norte da capital fluminense.
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