Ex-delegado Ruy Ferraz. Foto: Reprodução
Nesta sexta-feira (24), o Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) prendeu um homem de 38 anos suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado-geral Ruy Ferraz.
O suspeito foi preso no Jardim Shangrilá, na zona sul da capital paulista. Segundo a polícia, o homem foi identificado como o proprietário de uma segunda casa em Praia Grande utilizada pelos criminosos durante a elaboração do plano que culminou com a morte de Ferraz.
Ruy Ferraz foi morto no dia 15 de setembro, em Praia Grande, litoral de São Paulo, onde trabalhava. Ele saiu com seu carro do trabalho e foi perseguido pelas ruas da cidade por um outro veículo com homens fortemente armados. Em alta velocidade, o ex-delegado bateu num ônibus e, na sequência, foi executado com tiros de fuzil. Toda a ação foi registrada por câmeras de vigilância.
Delegado por mais de 40 anos, Ruy Ferraz foi responsável pela prisão de diversas lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos anos 2000. A polícia investiga se a facção criminosa tem envolvimento com o caso.
O ex-delegado trabalhava na cidade de Praia Grande, no cargo de secretário de Administração da prefeitura local.
Cristiano Alves da Silva, de 36 anos, conhecido como "Cris Brown", foi preso nesta sexta-feira, 17 de outubro, pela Polícia Civil de São Paulo (PCSP) por ser o sétimo suspeito de estar envolvido na morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, executado no dia 15 de setembro, no município de Praia Grande, litoral paulista.
O homem, segundo as investigações, é apontado como proprietário da casa em Mongaguá que foi usada como ponto de apoio aos criminosos. Na residência, as digitais de Umberto Alberto Gomes, tido como um possível atirador e morto em confronto com a polícia do Paraná, foram encontradas.
Segundo a PCSP, "Cris Brown" possui antecedentes criminais por roubo, receptação e envolvimento com organizações criminosas.
Cristiano foi localizado em Jardim Gaivotas, na Zona Sul de São Paulo, e levado para a sede do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que está a cargo das investigações sobre o assassinato de Ruy.
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Os advogados sustentam que não tiveram acesso à íntegra das provas desde o início e citaram diferenças no tratamento dos dados em relação ao que ocorreu com o celular do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Efetivo atuará na escolta das urnas, no atendimento a denúncias e no combate a crimes eleitorais no Agreste e no Sertão.
A ação teve início após os policiais receberem informações sobre a comercialização de entorpecentes na região. Durante a abordagem a um dos suspeitos, os militares encontraram porções de maconha.
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