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Presos em confronto entre torcidas no Recife já tinham histórico criminal, aponta investigação

Um dos detidos, por exemplo, responde por tentativa de homicídio devido à participação no ataque ao ônibus da delegação do Fortaleza, ocorrido em fevereiro do ano passado.

Ricardo Lélis

04 de fevereiro de 2025 às 19:31   - Atualizado às 19:31

Briga entre torcidas organizadas do Santa Cruz e Sport

Briga entre torcidas organizadas do Santa Cruz e Sport Foto: Reprodução/ Redes Sociais

As investigações da Polícia Civil revelaram que alguns dos suspeitos presos durante os confrontos entre torcidas organizadas no Recife, no último sábado, 1º de fevereiro, já possuíam antecedentes criminais.

Mesmo com histórico de crimes graves, eles estavam em liberdade e voltaram a se envolver em novos delitos.  

Entre os presos, um deles responde por tentativa de homicídio devido à participação no ataque ao ônibus da delegação do Fortaleza, ocorrido em fevereiro do ano passado, na BR-232, no Curado, Zona Oeste do Recife.

O suspeito chegou a ser detido na época, mas atualmente respondia ao processo em liberdade.  

Outro homem preso em flagrante acumula 15 processos na Justiça, incluindo crimes como tráfico de drogas e homicídio qualificado. Além disso, um terceiro detido responde por três assassinatos.  

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Ao todo, a Justiça decretou a prisão preventiva de 13 pessoas envolvidas nos tumultos. Entre elas, está o presidente da principal organizada do Sport, que foi espancado nu por integrantes da torcida rival do Santa Cruz.  

“Ele também foi autor das agressões físicas, mesmo sendo vítima”, destacou a delegada geral adjunta da Polícia Civil, Beatriz Leite.  

A polícia identificou ainda que o presidente da organizada participou de outro confronto no mês passado, em Caruaru, no Agreste do Estado. Imagens registradas no local confirmam a presença dele no episódio violento.  

Segundo a delegada, novas diligências seguem em andamento. Outros suspeitos foram identificados e devem responder por crimes como associação criminosa, dano ao patrimônio e lesão corporal.

Presos pela confusão no Recife

João Victor Soares da Silva, 27 anos, presidente da Jovem do Leão, sofreu espancamento na Madalena e segue internado no Hospital da Restauração. A Justiça decretou sua prisão preventiva.

Thyago Mendes Barbosa, 34 anos, apontado como líder da Jovem do Leão, participou do confronto e precisou de atendimento médico.

João Victor Antonio da Silva, 24 anos, integrante da Jovem do Leão, perdeu a consciência durante o confronto e foi levado ao hospital. Em depoimento, afirmou que tentava fugir quando acabou puxado e agredido. Sua prisão preventiva foi decretada.
  
Bruno Luan Batista Soares, 29 anos, já se envolveu em brigas de torcidas e tem condenação por porte de cocaína. Agora, responde também pela participação no tumulto na Madalena.
 
Mikael Joaquim da Silva, 19 anos, acusado de atirar uma pedra contra uma viatura da Polícia Militar, danificando capô e para-brisa. Por isso, foi autuado por crime contra a paz no esporte e dano ao patrimônio.

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