Tio do pastor Leonardo Sale é preso. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na última segunda-feira, 22 de dezembro, Mário Jorge Soares Gentil, conhecido como Mário Gentil (Solidariedade), suplente de vereador em Magé, na Baixada Fluminense.
Ele é apontado como o mandante do assassinato do vereador Silmar Braga (PP), ocorrido em janeiro deste ano. A prisão foi realizada na residência do investigado, em Duque de Caxias, também na Baixada Fluminense.
Mário Gentil é tio materno do pastor Leonardo Sale.
Segundo a Polícia Civil, Gentil teria contratado um executor para cometer o crime. O autor dos disparos usava uniforme de uma empresa e utilizou um revólver para matar o parlamentar.
De acordo com o delegado responsável pela investigação, as apurações indicaram que o crime não foi cometido por uma organização criminosa estruturada.
“Ao longo dos últimos 11 meses, ficou claro que não foi uma organização criminosa que praticou o crime. O assassino atirou na vítima com um revólver. Além disso, ao ser chamado para prestar depoimento, ele tentou despistar a apuração do caso informando que o tráfico de drogas estava por trás do crime. O que não era verdade, já que a região é controlada por grupos paramilitares”, afirmou.
A Polícia Civil aponta ainda que Mário Gentil possui ligação com uma milícia que atua no município de Magé.
Conforme a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o investigado já era alvo das apurações e, no dia 12 de novembro, foi cumprido um mandado de busca e apreensão relacionado ao inquérito que investiga a morte de Silmar Braga.
Na ação, os agentes apreenderam sete armas de fogo registradas em nome de Gentil, além de munições, carregadores, radiocomunicadores, uma máquina de contar dinheiro, anotações financeiras, documentos e dois celulares.
Silmar Braga, de 50 anos, foi assassinado a tiros na porta de casa, no bairro Nova Marília, em Magé, no dia 20 de janeiro. Ele chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Municipal de Magé, mas não resistiu aos ferimentos. O vereador exercia o quinto mandato consecutivo desde 2008 e deixou esposa e três filhos.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
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