Polícia apreende drone com drogas e eletrônicos. Foto: Divulgação/ Seap
Agentes da Polícia Penal da Bahia interceptaram um drone carregado com drogas e eletrônicos que tentava realizar uma entrega ilegal na Cadeia Pública de Salvador, no Complexo Penitenciário da Mata Escura, no domingo, 12 de outubro.
De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), o drone transportava um pacote contendo 36 gramas de uma substância semelhante à maconha, além de três smartwatches, três carregadores e dois chips de celular presos à sua estrutura.
O equipamento foi localizado no pátio da Triagem e apreendido pelos agentes.
A Seap informou que o reforço na fiscalização e o uso de tecnologias, como os body scanners, têm dificultado a entrada de itens proibidos nos presídios da Bahia.
Como consequência, o crime organizado tem recorrido a novas estratégias, incluindo o uso de drones, para tentar burlar os sistemas de segurança.
Todo o material foi recolhido, e os procedimentos de segurança padrão foram adotados pela equipe da unidade. Ninguém foi preso, e a secretaria afirmou que continuará atuando para impedir ações semelhantes e reforçar o combate ao crime dentro e fora das unidades prisionais.
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) alerta que, em grandes eventos, voos não autorizados de Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARPs), conhecidas como drones representam um risco real à segurança de todos: autoridades, público e até das operações aéreas oficiais.
O uso do equipamento vem se popularizando cada vez mais, no entanto, a pasta destaca que é importante lembrar que essa prática é regulamentada por órgãos nacionais.
“Operar drones de forma ilegal não é apenas uma infração administrativa, mas também uma ameaça à segurança coletiva. O sobrevoo em áreas restritas pode provocar acidentes, atrapalhar operações policiais e de defesa, além de expor o operador a responsabilizações civis e criminais”, explicou o tenente-coronel da PM Haner de Oliveira, gestor de drones do Grupamento Tático Aéreo (GTA).
A legislação brasileira exige cadastro do equipamento, habilitação do piloto em determinados casos e respeito às áreas de proibição, especialmente durante eventos de grande porte.
Os chamados drones são regularizados por órgãos como a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).
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